quinta-feira, junho 11
sexta-feira, maio 22
festival de inverno com satyaprem
A imagem que você tem de si é um ruído.
E é esse ruído que o impede de dar-se conta do esssencial,
do Silêncio que você é.
Silêncio é tudo!
E remover o equívoco é fundamental.
sexta-feira, maio 8
sexta-feira, novembro 14
fragmentos de transparência
Você está em busca - só não sabe em busca do quê.
A busca é pela sua verdadeira natureza.
No entanto, no meio do caminho,
essa busca pode ser confundida com a busca por
dinheiro, poder, relacionamento, satisfação etc.
Mas tudo isso é temporário.
Você só sofre porque quer felicidade, por querer,
mas veja que a felicidade vem e vai, o sofrimento vem e vai... nada fica.
Essa é a lei da periferia: ir e vir. Tudo aquilo que aparece, desaparece.
Tudo aquilo que vem, vai.
Só tem uma coisa que não vem, nem vai, que fica permanentemente.
Atente para isso!
Encontre aquilo que nunca foi, nunca irá e não veio de lugar.
segunda-feira, setembro 8
sexta-feira, setembro 5
sexta-feira, junho 6
[teaser] festival de inverno 2014
"Tudo o que você conhece, conhece através da mente. Estamos aqui para nos aproximarmos de uma realidade além do corpo, além da mente. Observação é a realidade do buda."
Satyaprem
quarta-feira, março 26
sexta-feira, fevereiro 7
domingo, janeiro 26
"provocações"
segunda-feira, janeiro 13
tirando o chapéu para a paz
Participante – Imagino que um buda seja quando ele consegue ser a essência dele, a paz junto com o corpo e com a mente... Quando ele não foge, quando não tem um monte de máscaras.
Não. Não é nada disso. Você precisaria de tempo para tirar as máscaras. Que máscaras? Para inventar as máscaras ou falar delas, você precisa de tempo. No Zen, costumam dizer que todos os desejos, todas essas construções mentais, são como flores no ar.
Participante – Por que?
Dê uma olhada! Tem alguma flor no ar?
Participante – Não.
Agora, arrume essas flores que estão no ar. Você consegue? Veja quanto tempo você perde tentando arrumar algo ilusório – maya. Você está tentando arrumar algo que nem existe.
Sei que não é tão fácil de entender, mas tente acompanhar, devagarinho, até que esteja cozido o suficiente para que você possa saborear.
Não tem máscaras. Assim como não tem problemas. Veja! Tudo o que capitalizamos como problemas e, ainda, reverenciamos como "nossos", não passam de flores no ar. Olhe nesse instante: qual é o seu problema? Tem algum problema?
Participante – Nossa! É constrangedor.
A simplicidade é constrangedora, não é?
Participante – E dá muita paz.
Sim. Toda a paz do mundo. Não tem problema.
sábado, janeiro 11
uma grade não esconde o céu
quinta-feira, janeiro 9
o cavalo do silencio e a rosa
sexta-feira, janeiro 3
o eterno fluir da água da verdade nas infinitas cabeças da ilusão
quinta-feira, dezembro 26
o sono do boi e a canção do silencio
Você insiste em se relacionar com o seu pequeno ser, tentando melhorá-lo, seguindo a tese psicanalítica de que quando compreender toda a inconsciência do seu pequeno ser, vai se tornar mais consciente. Essa é uma história para boi dormir.
Com a firme decisão de ver o que está sendo apontado, você troca uma coisa pela outra. Imediatamente, troca o pequeno ser pelo verdadeiro e, ainda, realiza que onde repousa a sua natureza original não existe nem isso nem aquilo.
Quando você se vê como o verdadeiro ser não existe outro. Qualquer divisão é um retorno ao seu pequeno ser, um retorno à pequena tragicomédia humana, ao pequeno drama divino. Você estabelece o seu drama desenhando isso ou aquilo, "eu" e o "outro", preto e branco, azul e amarelo, o de cima e o de baixo, o esquerdo e o direito.
Retorne para aquele lugar onde não existe nem uma coisa nem outra. Em sua natureza original não existe nem isso nem aquilo. Aquilo que você é não tem gostos nem desgostos. Por isso há compaixão. A porta da compaixão não é um exercício do pequeno ser, é a realidade do seu supremo ser, é a canção do silencio.
Reforço: não façamos do supremo ser, aquilo que é, uma possibilidade remota e futura. O supremo ser se encontra exatamente aqui, exatamente agora. Apenas não se confunda com o que é visto.
quinta-feira, dezembro 19
não morda na placa!
O verdadeiro autoconhecimento é saber quem é você, e a pergunta básica é "quem é você?". Conhecer o seu passado é apenas conhecimento do passado, não é autoconhecimento. E, ainda, de que forma isso o ajuda? Nenhuma. Isso só pode ajudá-lo a sentir-se melhor a respeito de quem você pensa que é, nada mais.
Conhecer a si mesmo não tem a ver com Psicologia, não tem a ver com interpretação ou análise. É um profundo corte com a mente! Autoconhecimento é descobrir quem você é, e a mente não pode ajudá-lo nisso.
Participante – Mas existem pensamentos que refletem a Verdade, não é?
Nenhuma reflexão é a Verdade. Como um reflexo pode ser verdade?
Participante – Mas pode apontar, como uma placa?
Pode, mas ainda assim não é a Verdade. A placa nunca é a verdade. Se tem uma placa com a palavra "banheiro", significa que é ali que você deve cagar?
Não confunda a placa com o que você está buscando. O fato é que está todo mundo cagando na placa. Ou, de uma maneira mais elegante, como dizia o Osho: "Não morda o meu dedo, olhe para onde estou apontando". Se aquilo para onde está sendo apontado desperta algo em você, bem vindo.
quarta-feira, dezembro 11
ana maria que estás na periferia...
quarta-feira, dezembro 4
aquilo que vê não pode ser visto
segunda-feira, dezembro 2
o todo não cabe na parte
Estamos aqui por um simples propósito: para que você lembre de quem você é. Ou você retém a ideia de que você seja um pensamento, ou se dá conta de que você não é um pensamento.
Se você se dá conta de que você não é um pensamento, todas as portas se abrem. Se você retém a ideia de ser um pensamento, permanece num círculo sem fim. Continua vendo a si mesmo como aquilo que a sua mente propõe – e, obviamente, essa proposta é limitada.
Consequentemente, nasce a tendência de arrumar este pensamento. Mas é difícil arrumar um pensamento, porque sempre que você "precisa" dele, ele não está lá. Nesse sentido, você está lidando com algo fantasmagórico, não-existencial.
Se você se dá conta de quem você é, abandona este pensamento e encontra a si mesmo em totalidade. Mas, saiba, esse "encontrar-se em totalidade" não cabe na sua mente.




