Não existe um ponto de onde você venha.
Não há um ponto de foco, de nascimento.
Não tem um ponto de morte.
O Ser não vem, nem vai – ele é a única coisa que permanece.
O Ser não se move, não faz barulho;
o Ser é apenas observação vinda de lugar nenhum.
Chamemos de “Consciência”.
Essa Consciência é tudo o que existe.
Qualquer que seja a forma que essa Consciência tome, é ela.
A forma é efêmera,
a Consciência permanece.
quarta-feira, março 31
segunda-feira, março 29
descubra que en el presente hay una vitalidad muy hermosa,
que no está contenida en el cuerpo pero también está en el cuerpo y tiene un sabor silencioso.
es muy silencioso, muy simple, muy amoroso estar en el ahora y no tiene nada que ver con la mente.
la mente está siempre metida en el pasado o en el futuro.
pero, si tú la observas con cariño, vas a ver que la mente no está en el ahora.
a la mente no le gusta el ahora, quiere estar en el pasado o en el futuro.
en el ahora queda la mente silenciosa.
no hay necesidad de pensar para estar ahora.
domingo, março 28
sexta-feira, março 26
quinta-feira, março 25
quarta-feira, março 24
¿como parar la mente?
es muy simple... la mente de verdad es una entidad que no tiene sustancia, es ruidosa porque esta metida en algo muy interesante, tiene una obsesión, está encantada con las cosas, con las experiencias, con lo que pasa, si uno se da cuenta de eso hay una forma muy fácil para el parar de la mente, que es no mirar a la mente demasiado, no creer a la mente demasiado, entonces la mente siempre está en un cuento, PARAR la mente significa no darle energía a los cuentos de la mente, la mente dice ayer pasó esto pasó eso y tal y empieza a hablar con todos los amigos y consigo misma, y si uno se da cuenta de eso puede, al revés, no darle energía a la mente y no hablar de eso, quedarse quietito dejar esto pasar, es como darse cuenta que el pasado ya no está…
no interesa más, sólo el presente, entonces tú vas a descubrir que en el presente hay una energía una vitalidad muy hermosa que está en el cuerpo muy fuerte , que no está contenida en el cuerpo pero está en el cuerpo y eso tiene un contenido, tiene un sabor silencioso, es muy silencioso, muy simple muy amoroso estar en el ahora y no tiene nada que ver con la mente, la mente está siempre metida en el pasado o en el futuro, pero la mente si tú la observas con cariño vas a ver que la mente no está en el ahora, a la mente no le gusta el ahora, quiere estar en el pasado o en el futuro, eso lo adora, en el ahora queda la mente silenciosa, no hay necesidad de pensar para estar ahora.
terça-feira, março 23
além das palavras
Existe no fato da transmissão, na revelação, a dissolução do criado.
Aquele que eu sou, revela para mim mesmo,
que aquele que eu pensava que eu era, não é quem eu sou.
Então, quem eu sou?
Estamos além das palavras.
segunda-feira, março 22
quarta-feira, março 17
terça-feira, março 16
segunda-feira, março 15
No existe nada que pueda hacer para tornarse usted, simplemente
porque usted ya es.
Perciba que su atención es silenciosa y sin contenido.
No use nada.
Déjese ser usado.
Quede en silencio.
O mejor, sea Silencio!
Y verá que la vida parece fluir en usted…
así como un barco dentro de un río.
Ponga un barco dentro de un río
y no haga nada con el barco.
El se moverá con el río…
Eso es entrega.
Toda la experiencia lo remite
a la posibilidad de descubrir
la llave que abre ese portal.
Cuando nota eso,
usted comienza a deleitar
la maravilla que la vida es.
El río le llevará al océano
quiera usted, o no quiera.
domingo, março 14
sábado, março 13
quinta-feira, março 11
você é o buda!
saber categoricamente, profundamente, existencialmente, no cerne de todo o seu ser, que não tem absolutamente mais nada a não ser aqui e agora, é estar acordado. isso é um fato!
a mente olha para dentro dela mesma para achar razões para provar que você não é o buda.
por isso, ela não pode olhar para dentro dela e achar razões para provar que você é o buda.
o buda é quando a mente para de tentar provar que você não é o buda.
ela reconhece o revelado e se aquieta.
Satyaprem
in "Fragmentos de Transparência"
.
www.satyaprem.com
terça-feira, março 9
silêncio e toyo

Toyo era um menino. Ele chegou ao mestre, bateu o gongo e o mestre apareceu. Olhou para ele, e disse: "Toyo, revela para mim o som de duas mãos". Toyo bateu palmas com as duas mãos. "Muito bem, Toyo" – disse o mestre. "Agora, revela pra mim o som de uma só mão". Toyo, então, bateu o gongo com uma só mão. E o mestre disse: "Não está certo, Toyo". Toyo ficou meditando a respeito. No outro dia, veio com a resposta. Novamente, o mestre olhou pra ele e disse: "Não está certo". E lá se foi o Toyo... e os dias foram passando. A cada dia, Toyo elaborava uma resposta. Ele foi elaborando todas as respostas que cabiam dentro da mente dele. Até que, um dia, ele não tinha mais resposta nenhuma. Nesse dia, ele chegou para o mestre, que, antes mesmo dele falar, disse: "Não está certo, Toyo." Toyo, então, desistiu completamente. Quando desistiu completamente de ter a resposta, ou de não ter a resposta, ele entrou no Silêncio. O Silêncio que transcende a forma, o negar, o fazer ou não fazer vista-grossa. A realização, pura e simples, d'Aquilo que É. Não importa se você vê, ou não. Se lembra, ou não. Aquilo É – e mais nada é. Toyo não existe. Nessa rendição, Toyo se prostrou ao mestre. E o mestre disse: "Agora você encontrou o som de uma só mão".
www.satyaprem.com
sábado, julho 14
você é uma não experiência!

Essa história de acúmulo de experiências é uma história completamente mal contada. As experiências estão sendo acumuladas por quem, exatamente? Esse que supostamente está acumulando experiências é nebuloso, você nem tem certeza se ele existe!
Porém, num mundo regido pelo acúmulo de experiências e ideias de evolução e progresso, dizer que acumulando experiências você não vai chegar a lugar nenhum, é absolutamente impossível.
Mas é exatamente isso o que eu tenho para dizer. Sente-se embaixo de uma árvore e espere a "iluminação" chegar. Ela chegará. Se é que você tem alguma coisa a fazer é: sente embaixo da árvore. Veja! Entenda! Isso é metafórico. Mexa-se! Mas compreenda o que significa este "STOP!"
Satyaprem
Porém, num mundo regido pelo acúmulo de experiências e ideias de evolução e progresso, dizer que acumulando experiências você não vai chegar a lugar nenhum, é absolutamente impossível.
Mas é exatamente isso o que eu tenho para dizer. Sente-se embaixo de uma árvore e espere a "iluminação" chegar. Ela chegará. Se é que você tem alguma coisa a fazer é: sente embaixo da árvore. Veja! Entenda! Isso é metafórico. Mexa-se! Mas compreenda o que significa este "STOP!"
Satyaprem
Satsang em Sampa
Março.2007
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terça-feira, março 27
seja o SILÊNCIO!

As pessoas querem ser felizes. Mas, aqui, no meu "pequeno mundo", faço um apelo: ao invés de ser feliz, seja silencioso. Seja o Silêncio! Para que você seja o Silêncio, não é necessário comprar nenhum produto externo a você.
Aos que buscam a felicidade, existe um Toyota, uma casa na praia, uma mulher "daquelas", que eles mostram na televisão e que são sempre dos outros. Na verdade, elas são sempre da televisão, nunca são possíveis...
Aos que buscam a felicidade, existe um Toyota, uma casa na praia, uma mulher "daquelas", que eles mostram na televisão e que são sempre dos outros. Na verdade, elas são sempre da televisão, nunca são possíveis...
Porém, ser silencioso não demanda nenhum produto externo a você. Apenas uma compreensão é necessária, um "ver". Em suma, ser silencioso depende apenas de você e de ninguém mais. É por isso que é banalizado; não serve para ser comercializado. Talvez seja por isso que não há nenhum apelo na televisão que diga: “Neste ano, seja silencioso! Desligue a televisão, desligue o sistema de som, desligue o carro e olhe para o céu estrelado...” – porque, imagina se a multidão obedece, vai que a multidão se dá conta... o que aconteceria?
Então, o meu desejo para 2007 é: seja silencioso. Ou melhor, seja VOCÊ mesmo. Não se confunda com o visto. Desvista-se da confusão. Desvista-se do confundido. Desvista-se do visto. Note que, neste momento de ser quem você é – silencioso –, todas as tensões em relação ao futuro e ao passado desaparecem. Note que há algo essencial em você, que está totalmente tranquilo com o que vai acontecer, porque existe uma sapiência, uma sabedoria totalmente evidente e intuitiva.
AGORA nada acontece. AGORA só tem Silêncio. Veja! Nesse momento, é como se o Silêncio falasse para ele mesmo. Se você está olhando para dentro – e esse é o meu apelo – , note como é tranquilo ser você mesmo.
O que você precisa AGORA? O que pode ser tirado de você, AGORA? Se isso foi compreendido, a semente está posta. Há algo mais do que a sua mente conhece. Isso é suficiente. Veja! E, então, a semente estará plantada.
Que esse ano que está vindo seja pleno de SILÊNCIO.
Satyaprem
27/12/2006
Tathata – aquilo que é
Então, o meu desejo para 2007 é: seja silencioso. Ou melhor, seja VOCÊ mesmo. Não se confunda com o visto. Desvista-se da confusão. Desvista-se do confundido. Desvista-se do visto. Note que, neste momento de ser quem você é – silencioso –, todas as tensões em relação ao futuro e ao passado desaparecem. Note que há algo essencial em você, que está totalmente tranquilo com o que vai acontecer, porque existe uma sapiência, uma sabedoria totalmente evidente e intuitiva.
AGORA nada acontece. AGORA só tem Silêncio. Veja! Nesse momento, é como se o Silêncio falasse para ele mesmo. Se você está olhando para dentro – e esse é o meu apelo – , note como é tranquilo ser você mesmo.
O que você precisa AGORA? O que pode ser tirado de você, AGORA? Se isso foi compreendido, a semente está posta. Há algo mais do que a sua mente conhece. Isso é suficiente. Veja! E, então, a semente estará plantada.
Que esse ano que está vindo seja pleno de SILÊNCIO.
Satyaprem
27/12/2006
Tathata – aquilo que é
(último satsang de 2006, leelahouse / porto alegre)
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sexta-feira, janeiro 12
livre arbítrio?

(...)
você entra num barco com 20 pessoas.
nesse barco, em cada assento tem um timão.
e cada pessoa está dirigindo o barco.
e tudo está indo certo...
o barco vai descendo o rio... e todos seguem dirigindo.
de repente tem uma curva para a direita
e todos se movem para a direita.
e o barco segue...
e cada uma das pessoas vai tendo aquela sensação interna
de poder, de controle, de determinação, de direcionamento...
(enfim! vocês sabem do que estou falando...)
então, o barco vai para a esquerda, e todos viram para a esquerda...
e aquela sensação de realização só cresce.
até que, de repente, 20 curvas para baixo, tem uma bifurcação.
e todos ficam naquele impasse.
daí, você e mais meia dúzia de pessoas põem para a direita o seu timão,
mas o barco vai para a esquerda.
e você fica ali, sentado, numa grande crise existencial,
porque você fez tudo certo, tudo vinha dando certo lá em cima,
e agora você chega nessa bifurcação, faz o movimento para onde você queria e o barco não obedece.
você não se dá conta de que aquele troço que você estava segurando, não dirige ABSOLUTAMENTE NADA.
(participante) - isso me faz lembrar aqueles carrinhos do parque de diversão.
mas é um parque de diversão. era isso o que eu queria dizer. é exatamente isso! nós estamos num parque de diversão.
paga-se, mas não se tem controle de onde vai dar o negócio...
o timão em suas mãos está solto. ele não está ligado a coisa nenhuma. ele está ligado somente a você.
e é uma idéia que você tenha controle sobre ele e sobre o movimento do barco.
"você acredita em todo tipo de merda, e ram tzu sabe disso: 'quando deus quer que você faça algo, você acredita que é a sua própria idéia".
SATYAPREM
início do retiro da primavera_novembro/2006
www.satyaprem.com
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